sábado, 3 de março de 2012

Como ninguém me conheces (Eduardo Mano)

Tu que controlas os ventos e os mares
Contens o furor da pior tempestade
comandas o sol e o calor que fornece
Como ninguém me conheces

Sondas e vês pensamentos tão tolos
Palavras tão feias e desalinhadas
Tu que és a fonte de toda a beleza
Habitas em meio à pobreza

Meu coração não é digno de Ti
Mas aqui viestes morar
Só por graça algo assim pode ser
Alguém morto tornar a viver

Tu que concedes conforto ao aflito
Dás força ao cansado e alívio ao contrito
tu que me amaste e a vida me deste
Como ninguém me conheces

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